01/05/12

feriado e algo mais

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Hoje é primeiro de maio, data em que se comemora o dia do trabalho. Mas se é dia do trabalho não deveríamos comemorá-lo trabalhando felizes, por prazer, sem xingar nosso chefe uma vez na vida? Não, nó comemoramos não trabalhando. É nessas horas que agradeço ter nascido no Brasil, um país tradicionalmente conhecido pelas suas belas praias, nativos simpáticos e calorosos e pelas dezenas de feriados nacionais e pontos facultativos no nosso calendário.
Pra algumas pessoas feriado prolongado pode significar viajar, descer a serra em direção ao mar, passar uns dias na sua casa de campo, ir para um sítio e respirar ar puro. Ah, como eu invejo essas pessoas!
Não sei o que vocês, leitores dessehumilde e despretendioso blog, fazem no feriado, mas eu passo meus feriados trancada em casa, com algumas saídas ocasionais e bem rápidas que pode incluir a padaria (porque, de alguma forma, quando eu fico em casa à toa, no frio, eu sinto muita fome) e idas ao shopping pra gastar aquele dinheiro que eu não disponho. Mas basicamente feriado é sinônimo de diversão barata, como internet, música e filmes (com paradas estratégicas para muitas guloseimas). 
Nesse post vou compartilhar filmes que deram vida a esses quatro dias de preguiça:
Jane Eyre


Só assisti esse filme por indicação de amigas, que disseram que ele era muuuuuito bom. E, meu Deus, ele é bom demais mesmo! A Jane é interpretada pela Mia Wasikowska, que virou uma das minhas atrizes preferidas desde Inquietos. Não dá pra explicar esse filme aqui, é quase como um romance de terror, mas terror no bom sentido! Só vendo pra entender!

The Help


É, tô atrasada, eu sei. O Oscar já passou faz alguns meses e eu nem sabia sobre o que o filme tratava. É nessas horas que eu levanto os braços e agradeço ao Torrent.
Recomendo muito esse filme pra aqueles, que como eu, não conseguem acompanhar os lançamentos dos filmes no cinema (e quando você quer assistir eles já saíram de cartaz há um bom tempo).

Jane Austen Book Club


Só pra falar que eu sempre morri de vontade de fazer parte de um clube do livro e nunca tive a  oportunidade. Quem aí tá afim???? Depois de assistir a esse filme minha vontade só aumentou. Como eu li só Orgulho e Preconceito, fiquei bastante meio perdida em algumas parte do filme, mas tá valendo (prometi pra mim mesmo que iria ler todos os livros da Sra. Austen). Acho que toda mulher, pra ser uma mulher completa, deveria ler Jane Austen. Sei lá, isso é uma coisa que eu pensei depois de ter visto esse filme (e ele sustenta a minha teoria de que as pessoas tem TANTO a aprender com os livros).

Julie & Julia


Ia deixar pra falar desse filme depois de ler o livros, mas esquece! Não sei se é porque o filme fala de comida, Paris e blog, assuntos que eu adoro, mas  ele realmente me conquistou! Se você é blogueira e já sentiu a frustração de que ninguém está lendo o que você escreve de alguma maneira vai se identificar com a Julie Powel. E depois de assistir esse filme você com certeza vai sentir MUITA fome. NO kidding!

Essa foi uma tentativa de post com dicas que de coisas que eu vi/ouvi e gostei! Se você quiser compartilhar sua opinião sobre qualquer um dos temas filmes acima sintam-se à vontade! 
Como ando muito ausente aqui pelo blog, quem quiser, por favor, pode me adicionar no twitter @naomihiguchi ou no feice! 
Até o próximo post!

15/04/12

Meme: julgando pela capa

2 comentários
Finalmente! Arrangei um tempinho nesse domingo pra mostrar algum sinal de vida.  Comecei a estagiar, logo não sobra mais tempo nenhum pra eu ter alguma vida na internet. As provas bimestrais estão aí, então imaginem só que mal sobra tempo pra eu dormir. Os dias estão voando e o blog, as séries que eu acompanho, leituras e tudo que fazia da minha vida um entertenimento está como a última das prioridades no momento. 

Hoje eu vou responder esse meme indicado pela Jaqueline do Nua e Crua !


REGRAS:
- Colocar o banner;
- Ao fim do meme, indicar 5 blogs para responder as perguntas;
- Responder os tópicos abaixo.

Cite um livro que você já leu só por causa da capa

Pão-de-Mel, Rachel Cohn. Comprei esse livro em uma livraria em um shopping perto de casa. Era férias de julho e eu estava muito, muito entediada. Lembro de ter visto esse livro e gostado da capa e do título. Li a sinopse e já fui em direção ao caixa pagar. Como era um livro fino, com apenas 220 páginas, eu li em um dia. Foi assim que eu acidentalmente, graças aquela capa linda, que eu conheci a Rachel e depois viria a conhecer o David Levithan, ambos escritores maravilhosos.

Que tipo de livro você não lê por causa da capa?
Não é segredo pra ningém que eu não gosto de ler livros sobrenaturais, que contenham vampiros, lobsomens, anjos e derivados. As capas desse livros não me interessam, não me chamam atenção, nem despertam qualquer interesse em mim.

Que livro relutou em ler por causa da capa, mas gostou?
Just Listen, da Sarah Dessen. Não fui muito com a cara dessa capa, mas como tanto se falava do quanto os livros dela eram bons, dei uma chance e adorei a história!

Que livro te decepcionou, mas você gosta da capa?
Férias!, da Marian Keyes. Eu gost de todas as capas dos livros dela, mas simplesmente não consegui terminar de ler Férias! Apesar de sempre ouvir muitos elogios dessa escritora, ainda me falta coragem pra tentar novamente ler algum livro dela. 









Quais são as suas 5 capas de livros preferidas?

Wii lGrayson, Will Grayson; The Perks of Being a WEallflower; Tamanho Nçao Importa; The Catcher in the Rye; An Abundance of Katherines


Blogs indicados:

17/03/12

No campo de centeio

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fonte: we heart it
 Eu espero que quando você pegar The Catcher in the Rye para ler pela primeira vez você não saiba sobre o que o livro se trata. Porque eu também não sabia, e por isso mesmo, não tinha nenhuma expectativa a ser alcançada. E acho que foi principalmente por essa razão que eu amei o livro e ele se tornou um dos favoritos da minha vida. 
Na capa do livro não existe sinopse. O que eu posso dizer é que o livro narra um fim de semana na vida de Holden Caulfield, de 17 anos e um bocado problemático, e tudo isso se passa em dezembro de 1949 (uma coisa que você nem irá notar, uma vez que a narrativa é atemporal). A história é cheia de metáforas sobre o que é crescer e se tornar adulto e, é claro, se encaixou perfeitamente na atual fase da minha vida.
O Apanhador no Campo de Centeio foi publicado como livro em 1951 e foi nomeado como um dos 100 melhores livros de lingua inglesa do século 20. O escritor da obra, J.D. Salinger, viveu até 2010. 
Essa é a minha recomendação pra esse mês! Leia-o e entenda o significado por traz do título :)

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